terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

(Só)Risos

Desculpe-me, mas hoje não consegui conter o riso. Eu estou tentando, pode ter certeza, mas a vontade que eu tenho é de nunca mais parar. É uma coisa de dentro, sabe? A todo o momento me pego com um sorriso nos lábios, e com uma vontade absurda de gritar. Eu estou feliz, não é bom? Muito. Acho que você ainda não tem a exata idéia do que fez. Estou pensando em como é bom quando as coisas acontecem naturalmente. Aconteceu. Ponto. Não precisa se martirizar. Já virou passado e, a cada dia, vai ficar mais e mais distante. A gente faz bobagens na vida. Não foi a primeira, e nem será a última. Terão piores, eu aposto. Mas é bom. Bom pra aprender e pra valorizar. Um erro, às vezes, pode salvar uma vida. Se ficar triste, pense nisso. Mas não pense. Simplesmente não pense: pare de pensar. Abra comigo este sorriso, e vamos gargalhar. Porque, definitivamente, você não pode negar a graça da situação. É uma piada muito, mas muito bem bolada. Mas fique tranqüilo: até o Camelo está cantando pra você: “tudo passa...”, rs. Cante com ele. Comigo. Vamos sorrir, amigo. Rir da vida é a melhor coisa que a gente faz. Rir pra não chorar. Que o erro tenha a perfeita função de aprendizado. Que fique onde tem que ficar. E que a gente consiga olhá-lo de frente, e não se envergonhar do deslize: pra alguma coisa ele há de ter servido. Ai. Hoje tive um dia bom. Calmo, tranqüilo, e principalmente feliz. Um dia sem peso nas costas, e com uma brisa no rosto. Estou feliz com as mudanças. Adoro a casa nova, adoro passear por essas ruas. O dia no parque me fez lembrar de como essa cidade é maravilhosa, e de quantas coisas eu poderia aproveitar, e desperdiço. Hoje eu me diverti, sozinha. Mas não solitária. Hoje tive vergonha, e esqueci. Esqueci de tudo, pra falar a verdade. Errei também. Mas bola pra frente. Hoje já foi outro dia. Um dia bem melhor. Vamos, amigo. Desmancha essa tromba, e venha sorrir comigo! Hoje as coisas estão por demais engraçadas. Eu me enfiei debaixo do chuveiro, e me esqueci de lembrar. Não senti a água no corpo, nem sei como fui parar na cama, falei um monte de bobagens com aquele delicioso desconhecido, e continuo aqui. Com uma vergonhinha, mas aqui, de pé. Amanhã já vai estar um pouco melhor. Só não deixe o machucado criar casquinha, porque aí pode complicar. Ao invés disso, sorria. Sorria, amigo! A gente anda merecendo...