Do intenso pulso do passo que passa
Do estranho tempo que passa e que passa
Do intenso pulso que passo e que passa
Do estranho vulto que passa o que passo
Da estranha língua que morde e não fala
Da falsa míngua que come o que cala
Da porta antiga que se abre e pára
Da morte à míngua que se morde e cala
Do intenso pulso do tempo que passa
Da intensa morte, da míngua e da fala
Da falsa sorte do tempo que passo
Do pulso antigo do tempo que passa.
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